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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

SUFOCO - Temporada no Satyros dois, venha e divulgue! =D

 

 

Estaremos em cartaz com o espetáculo "Sufoco" no Teatro Espaço dos Satyros dois", na praça Franklin Roosevelt, ao lado da Igreja da Consolação - São Paulo/SP, todo sábado as 18:30.

Sufoco -
Monólogo em montagem única, multidimensional, que mexe profundamente com a platéia, o personagem, interpretado por Davi Amarante, descreve um amor incondicional por uma mulher, que ele idolatra acima de todas as coisas, em seu relato o personagem revela partes de sua história e o que levou a ele a ter esse amor sufocante. A adaptação do texto original, criado por Cristiano Ricardo, em 2.004, fica por conta do também diretor do espetáculo Edson Mendez, que procurou trazer da linguagem literária um personagem angustiado, com variações bruscas de humor e um senso de justiça único. O cenário, a trilha sonora e o ambiente criado no espetáculo, com velas, folhas sêcas e o odores levam a platéia a mergulhar no universo deste personagem.

Serviço:
Espetáculo: Sufoco
Uma história original de Cristiano Ricardo
Adaptação e Direção: Edson Mendez
Com: Davi Amarante
Iluminação: Edson Mendez & Davi Amarante
Cenário: Edson Mendez
Trilha Sonora: Davi Amarante
Gênero: Drama/Monólogo
Arte gráfica: Cristiano Ricardo
Produção executiva: Cristiano Ricardo
Grupo: Laboratório Cênico
http://www.l-gance.com/sufoco
http://laboratoriocenico.multiply.com

Teatro: Espaço dos Satyros dois
Praça Franklin Roosevelt - Centro - São Paulo/SP
Ingresso: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia), R$ 5,00 (moradores da praça roosevelt e oficineiros do Satyros)
Duração: 60 minutos

 

terça-feira, 23 de agosto de 2005

como se já existissem...


Existem fatos que eu não consigo entender, mas isso, como alguns dizem, é infantilidade da minha parte...



(texto baseado na foto (homem junto ao mar) enviada por mim para: Composição à Vista de Gravura = projetocvg)





Joaquim quase não tinha mais forças para esperar, foram anos de
angustia, e assim, passou por tantos anos de sua vida, tantas coisas
que se passaram e ele, ali, no porto, esperando a hora da vida retornar.



As vezes, Joaquim deixava com que a lágrima fosse rolando do seu rosto
até chegar aos pés, tamanha a complicadade dos sentimentos, que Joaquim
resolveru  parar de comunicar com todos aqueles que não tivesse
resposta do paradeiro da sua existência.



Então, permaneceu ali, anos além, e mesmo depois de ter sido levado
pelos braços dos anjos, quem vê aquele lugar, o percebe como se ele
estivesse lá, esperando... esperando que não existe mais.





- Cristiano Ricardo